
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Respeito
Por Adriano Comissoli
Tentando manter o clima pacífico, mesmo que discordante, deste veículo de comunicação, não tentarei convencer ninguém de nada a respeito da partida entre Grêmio e Santos de 19 de maio de 2010.
Mas gostaria de pedir respeito.
1ª reivindicação: Fogos pela desclassificação do tricolor? Não fazia mais sentido guardá-los para o confronto do próprio clube do aterro hoje? Talvez não acreditem que terão oportunidade de usá-los...
2ª reivindicação: a despeito da qualidade estética do futebol santista eu gostaria apenas de dizer que o Grêmio, nos dois jogos, jogou muito! Se alguém disser que a classificação (o termo é mais exato do que vitória, dado o resultado do primeiro confronto) do Santos foi óbvia ou fácil é porque não assistiu nenhum dos jogos. O Grêmio apresentou um futebol de alta qualidade e certamente foi o desafio mais difícil dos celebrados meninos da vila nesta temporada. Se não superamos a beleza das jogadas adversárias de mosntramos muito mais frieza, maturidade e tática.
É isso.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Futebol de barba na cara
Por Adriano Comissoli
"Quarta-feira não tem nada na TV, é dia de futebol."
Bem, a última quarta teve um espetáculo de bola estrelado por Grêmio e Santos.
Nem vale a pena dizer bobagens. O Grêmio venceu, o Santos perdeu. O Santos joga muito.
Jogar muito não é ser invencível, como o Grêmio demonstrou.
O Santos tem velocidade e conclui muito bem. É perigoso e está simplesmente colhendo os méritos de investir em suas categorias de base.
Mas o Grêmio demonstrou grande maturidade no primeiro jogo. Tentou supreender o Santos com um esquema 3-5-2 e fracassou levando dois gols e disperdiçando um pênalti. Mas se rearticulou ainda no primeiro tempo, avançou, pressionou e mostrou que o jogo não estava definido. No segundo tempo fez 4 gols. Todos lindos! Enfim, mostrou aos meninos da Vila Belmiro como se joga futebol de homem!
E nessa quarta não vai ser diferente. Nem mais fácil. Ter a vantagem do empate é somente se livrar da pressão psicológica da vitória. O Santos joga pra frente, vai se abrir, buscar o placar que lhe é favorável e tem a qualidade de jogo para fazer número suficiente de gols. O Grêmio preciso que a defesa - que foi pífia no primeiro confronto - trabalhe mais e marque em cima. Sem espaços pros meninos!
Estou confiante que após mais 90 minutos de tensão vamos avançar pras finais da Copa do Brasil.
Já tenho meu lugar marcado para ver o jogo pela TV amanhã: o sofá do meu pai. Vejo junto com o coroa e o meu irmão caçula. Deu sorte na primeira vez, então melhor repetir.
Só por garantia.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
EU VOLTEI
por Daniel Haigert
Um telefonema no início da madrugada de sábado, precisamente às 00:42hs, me fez demover a ideia de abandono do blog.
Do outro lado da linha, com a voz embargada de emoção, e talvez com o incentivo de alguns goles entornados de alguma bebida etílica, meu cumpadre Rafael Quadros não pedia, mas sim ordenava meu retorno.
Era necessário.
Era providencial.
O Grêmio não viveria sem o Inter - com a observação de que a recíproca é verdadeira.
Não poderia mais haver blog, objeto de nossos embates, sem minha presença - não pela minha escrita ou pessoa, mas pela iniciativa, que era minha e dele, mútua, de convidar dignos vermelhos e azuis para comentar futebol, tal como se fez no princípio, agora e sempre.
E eu, que estava em casa atentamente a escutá-lo, já embalado num churrasco regado a algumas cervezas rubias, comovido com as palavras do ilustre compañero, ora campeão do outrora dito ruralito, disse sim! - Aaaaahhhh! Doce blog!!! - ainda exclamei. Coisas da vida.
Ele me fez prometer que escreveria. Eis, portanto, a volta, cumprindo o prometido.
De outra banda, nessa segunda ilustrada pelo sol que levanta o nevoeiro porto alegrense, congratulo o clube de azul homonimamente entitulado porto-alegrense, pelo campeonato gaúcho, taxado de cafezinho ou ruralito, por eles mesmos, quando pela tv viam papai levantar tais canecos.
Obviamente, que não deixaríamos passar em brandas águas o título, dando aquele velho tapa na nuca e carimbando a faixa dos queridos co-irmãos e, de quebra, mantendo a senda de vitórias, em especial, no salão de festa que em breve será um conjunto habitacional.
Faço somente uma observação àqueles que julgavam ser jogo jogado, e que foram esperando goleada azul: GRE-NAL nunca será jogo jogado, e goleada é algo de absoluta exceção em clássico desse nível. Quem pensou que seria fácil, não conhece lhufas de futebol, muito menos de GRE-NAL.
Ah, o Talibã voltou!!!
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