Chê, ratifico o que disse no meu post anterior: O Grêmio se continuar assim terá que rezar para pegar uma vaguinha na Sulamericana.
Tudo bem, o tricolor jogou ontem com o Santos, time grande, time que o rei Pelé jogou. Mas faz tempo que o Santos não apresenta um plantel bom, digno de seus áureos anos.
O Domingos, zagueiro de "grande classe", aquele que era banco do Grêmio na 2ª divisão, se tornando titular após "belas!" patidas, é titular no Santos.
Isso é somente para se ter uma base de como começa o time. O único que se salva, no meu entender, é o atacante Kleber Pereira, goelador do campeonato brasilleiro no ano passado.
E, para não mudar a escrita de fidelidade, o Grêmio perdeu na Vila Belmiro.
Não há como comentar essas derrotas, ainda mais quando ouvimos o presidente afirmar que o time jogou bem, que apenas não conseguimos finalizar, bla, bla, bla.
Bueno, é complicado ver um clube como o Grêmio se apequenar tão facilmente quando sai de sua casa.
Espero que o professor Paulo "pardal, milagrero" Autuori consiga fazer desse limão, uma limonada, porque está brabo de ver esse time jogar.
Estou quase pedindo licença para os três e entregando os tacos...(quem jogou taco bola irá entender o que eu quero dizer...)
Saudações à todos.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
O TIME DO GRÊMIO NÃO GANHA NEM SE FOR JOGAR NA ARARIBÓIA!!
Por Capitão Rodrigo Pohlmann Cambará
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Onde ele joga, a grama não cresce e o placar não se mexe.
por Rafael Quadros
Não posso deixar transitar em julgado a excelsa atuação da Muralha Victor, guarda-valas de estirpe, com nervos de aço forjados nas bigornas Espartanas. O que este rapaz realizou no domingo último é digno de placa, talvez de busto nas mediações do Largo dos Campeões, senão, deve emoldurar, se manca direção!, suas mãos na calçada reservada aos Imortais da Azenha.
Pelo menos quatro defesas de nível altíssimo, duas delas desferidas pelo Imperador (que no Olímpico virou plebeu) em condições plenas de marcação do tento fatal. Magnífico Arqueiro, saído do anonimato, melhor do Madonnão 2008, assumiu no final de semana a condição de herdeiro direto e irrevogável das luvas laureadas de Lara, Alberto, Mazzaropi, sendo muito, mas muito condescendente, Galatto, e enfim, Danrlei.
Porém, é certo, a defesa vazou, muito aliás. O Fla-Globo saiu do campo estarrecido, cambeleante, pranteando o iluminado dia do Aranha Negra, sem o qual, nossa redes teriam sido fulminadas em no mínimo quatro ocasiões.
Preocupa sim a fragilidade defensiva, principalmente no primeiro tempo do embate, entretando deve ser saudado com patente felicidade o regozijo causado pelas defesas retumbantes de nosso camisa 1. Que atuação ! brandava o incrédulo narrador da Plim-Plim, enquanto a enlouquecida e entorpecida geral clamava pela eleição de Victor para encher as redes do adversário nas cobranças de um dos dois penaltis da tarde ( penalidades cometidas e desta vez assinaladas - lembram-se do ano passado?).
Ficará na retina e na memória este dia de Domingo, 16/08/2009, em qual o Monumental talvez tenha presenciado a maior atuação de um goalkeeper de sua Gloriosa História de quase 60 anos.
E assim, gravado a ferro e fogo no panteão dos Imortais, Victor Leandro Bagy, nascido na distante São Anastácio/SP, no ano de 1983 (qualquer semelhança não é mera coincidência) deu o seu salto definitivo para a Eternidade. Que Dunga tenha, desta vez, piedade de nós !
Salve !
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
2010

por Rafael Quadros
Acordei da hibernação que me acomete este Madonnão 2009. Talvez porque Hal 9001 tenha
achado mais interessante percorrer a Galáxia e cumprir sua missão, levando consigo a nave Discovery a longínquas distâncias anos-luz de nosso Sistema Solar; escapulido desta máquina criogênica, deparo com o calendário terrestre.
A década está acabando, e com ela a esperença de contatos imediatos reavive em meu peito. Foi difícel ser Tricolor neste período, nem Kubrick em sua genialidade poderia tecer enredo tão pernicioso e sutil.
Em 2001, a Odisséia foi produtiva, dela remonta a última conquista digna do tamanho Gremista; dentro da casa do adversário, naturalmente, chocolate, olé, e água no chopp da Fiel (a torcida que tem um time, e não o contrário). Tetra é luxo, é paradigma de ostentação.
Pois bem, se pintava mais anos de hegemonia, colorados à base de lexotan e rivotril, mas o que se viu depois foi de uma crueldade Tarantiana, o SCI tirou forças sabe lá de onde (talvez por encantos, taro e voodoo) e colocou, após ídilios anos de choro e ranger de dentes, seu nome no Panteão da Glória.
O resto da história se sabe: Obino, Guerreiro Não Vendemos Craques (damos de graça), Pastor Tite, ISL, Buraco do Amor, CT de Eldorado e o melhor site do mundo. Sem contar duas Libertadores colocadas na latrina 2002 e 2003, que ainda me dói a angina!
8 anos de ocaso, no exílio pleno e a base de medicamentos de duvidosa origem me causaram cabelos brancos, dores de gota e uma irritabilidade atroz. Agora, diante de tudo que presenciei neste período, nada mais me deixa chocado, como diz o Jô Soares (às vezes ele tem boas sacadas), 'se a caneca dizer bom-dia, eu digo, bom-dia caneca'.
O Monolito Negro jaz em minha sala, aponto o dedo em sua direção, imagens disformes povoam minha mente, derrubo o odre de vinho sobre a mesa...percebo-me no Estádio Olímpico, ao lado da Grande Nação Tricolor, a aurora de novos tempos está para começar, tal qual a película, não busco explicações nem compreender, o resgate do passado perdido trazerá muitas taças.
A partir de 2010, faremos contato.terça-feira, 11 de agosto de 2009
PARA ALTO E AVANTE
por Daniel Haigert
Ontem o Inter satisfez uma antiga e duradoura pretensão gremista: jogou na segunda.
Aos desavisados, informo que ao sair para conquistar a Suruga na terra do sol nascente, perdemos duas rodadas do Campeonanto Brasileiro, mas ainda assim, como dois jogos a menos, ficamos beliscando o G-4, lugar para onde voltamos após a vitória de ontem a noite, no Gigante da Beira-Rio, pelo placar de 3 tentos a zero, contra o glorioso ixpórt, ixpórt, ixpóóóórt.
Vá lá que o time de Recife seja ruim, mas é sempre bom fazer o tema de casa.
Andrezinho saiu de campo ovacionado, aplaudido de pé, dando lugar a D´Alessandrom, que dispensa apresentações. O time jogou bem, embora o adversário não apresentasse características de vitorioso. Tomamos, é verdade, uns sustos, mas nada de mais.
Fato pesaroso foi o nariz quebrado de Índio, que ficará fora algumas semanas. E, pior, ouço pelos corredores do Gigante, que saimos de campo com mais uma baixa: Guinazu, por lesão no joelho, ficará fora por dois meses.
Mas, mesmo desfalcado, e ao contrário de outros, espero que ainda assim mantenhamos respeito ao jogar fora de casa, e tragamos mais três pontos no bolso no sábado, contra o Santo André, obviamente, em Santo André.
Para o alto e avante, Inter!
Luz alta no Palestra!!!
Aos desavisados, informo que ao sair para conquistar a Suruga na terra do sol nascente, perdemos duas rodadas do Campeonanto Brasileiro, mas ainda assim, como dois jogos a menos, ficamos beliscando o G-4, lugar para onde voltamos após a vitória de ontem a noite, no Gigante da Beira-Rio, pelo placar de 3 tentos a zero, contra o glorioso ixpórt, ixpórt, ixpóóóórt.
Vá lá que o time de Recife seja ruim, mas é sempre bom fazer o tema de casa.
Andrezinho saiu de campo ovacionado, aplaudido de pé, dando lugar a D´Alessandrom, que dispensa apresentações. O time jogou bem, embora o adversário não apresentasse características de vitorioso. Tomamos, é verdade, uns sustos, mas nada de mais.
Fato pesaroso foi o nariz quebrado de Índio, que ficará fora algumas semanas. E, pior, ouço pelos corredores do Gigante, que saimos de campo com mais uma baixa: Guinazu, por lesão no joelho, ficará fora por dois meses.
Mas, mesmo desfalcado, e ao contrário de outros, espero que ainda assim mantenhamos respeito ao jogar fora de casa, e tragamos mais três pontos no bolso no sábado, contra o Santo André, obviamente, em Santo André.
Para o alto e avante, Inter!
Luz alta no Palestra!!!
CLUBE S/A
por Daniel Haigert
Faço algumas ponderações realistas do que estamos vendo e vivendo ao nível futebolístico.
Com o advento da lei 9615/98, chamada Lei Pelé, os clubes passaram a ser (na prática) empresas. Nem mesmo com o advento da posterior lei 9981/00, que tornou facultativa a 'obrigatoriadade de profissionalização' dos clubes, se alterou o rumo traçado pela Lei do Rei - clube virar empresa.
O futebol, essa máquina de fazer dinheiro, é o ambiente onde mais se disseminou a lei Pelé. Os clubes passaram, aos poucos, mas não despercebidamente, a se revestir tal qual uma gigante do mundo automobilístico, ou da informática: nossos clubes deixaram de ser meros clubes, viraram empresas, e nossos jogadores deixaram de ser simples jogadores, viraram funcionários.
Como bônus, nós, torcedores, acompanhamos uma real profissionalização do negócio futebol. Ambientes mais agradáveis nos estádios, segurança, organização, publicação de lucros e dividendos, marketing latente e campanhas para angariar sócios.
Na contramão, como ônus, doeu-nos o coração: vemos promessas de craques embracarem para Europa, compra de jovens e desconhecidos jogadores, e venda de grandes ídolos, tudo sem a menor piedade da torcida.
É fato que, hoje em dia, o que interessa a um clube de futebol é fazer receita, é lucrar, e chegar (e manter-se) no topo, ser uma Microsoft do futebol.
Assim, com essa ideia, arranja-se um bom jogador de 15 anos de idade, vindo de Itatibaiba do Sul, e firma-se contrato (com os pais) pagando-se nada ou muito pouco. O jovem garoto vai para as categorias de base. Desponta. Vai (se não foi vendido antes) para o time principal. Faz três gols em um Gre-Nal, beija o escudo, chora sob declarações de amor ao clube ao fim do jogo. Emotiva a torcida, que o aclama como o novo Garrincha. Sai do estádio. No caminho, é vendido para o Chelsea. Vai pro aeroporto rumo à Europa. E a torcida... bom, fica na torcida para que um dia a nova promessa retorne para que ao menos jogue dois jogos. E o clube? Bom, o clube, ou a empresa, faz tic-tlim, e fatura milhões de euros ou doláres.
E é também com essa ideia de lucro empresarial que se traz jogadores que possam ser, no mínimo, renegociados. O atacante brasileiro Fitica, do Real Pompeu, após ficar no futebol espenhol por 6 anos, ou menos, ou até uma fisgada no músculo posterior da coxa, ou até sentir saudade de Itatibaia, rescinde seu contrato. Pede para voltar. Já conta ele com seus 32 anos. Pode ter certeza que não vem. Agora, se tiver 28... ah! há o mundo árabe para repassá-lo.
Resumo dessa lenga-lenga: o clube tem que ter lucro. Dane-se o amor ao clube. Danem-se os adoradores romancistas do futebol.
Não tenho dúvidas que a atual direção do Inter, ao lado da direção do São Paulo FC, são as duas maiores aplicadoras da lei Pelé e dessa ideia de clube empresa. Inter e São Paulo já são verdadeiras empresas. Basta analisar as vendas e as contratações. Basta ver a organização da direção - com eventuais equívocos, claro, como qualquer empresa.
O Inter, por exemplo, lançou Nilmar. Vendeu-o por uma nota. Ele deu uma volta ao mundo até se machucar. Foi dado como acabado aos 25 anos. A direção foi atrás da cara. Tratou-o. Relançou-o. Vendeu-o novamente. E por mais que tinha vendido antes. É um dos poucos casos de lucro duplo com o mesmo produto de venda.
Há poucos dias, o Inter renegou Fernandão - que saiu cedo do Goiás, foi para Europa, veio para o Inter e foi para o mundo árabe. Minha visão romancista não deixou eu analisar (no momento) com os olhos da realidade. Mas a verdade é que o que faríamos com o Fernandão, se não pagar-lhe salários? Não haveria o retorno financeiro - relembrando que ele conta com 31 anos e já andou por tudo que é canto. Fernandão é, em minha opinião, um dos três maiores jogadres da história do Colorado, mas ele teria o conforto de vir e poder perder (já ganhou tudo) e, mais, não dar o retorno financeiro esperado. Complicado.
Em compensação, o Inter repatriou Edu, do Bétis. Dizem se tratar de um bom jogador. O youtube me mostrou algumas coisas nesse sentido. Mas qual a diferença entre Edu e Fernandão? Edu é um pouco mais novo e pode ser revendido para o futebol árabe por uma boa quantia. Simples assim.
Enquanto isso, há quem aposte gerar lucro com Renato Cajá... mas isso faz parte de quem recém está entrando no mundo das empresas...
Noves fora, só acho uma pena que a frieza dos números acaba com o calor da paixão.
Com o advento da lei 9615/98, chamada Lei Pelé, os clubes passaram a ser (na prática) empresas. Nem mesmo com o advento da posterior lei 9981/00, que tornou facultativa a 'obrigatoriadade de profissionalização' dos clubes, se alterou o rumo traçado pela Lei do Rei - clube virar empresa.
O futebol, essa máquina de fazer dinheiro, é o ambiente onde mais se disseminou a lei Pelé. Os clubes passaram, aos poucos, mas não despercebidamente, a se revestir tal qual uma gigante do mundo automobilístico, ou da informática: nossos clubes deixaram de ser meros clubes, viraram empresas, e nossos jogadores deixaram de ser simples jogadores, viraram funcionários.
Como bônus, nós, torcedores, acompanhamos uma real profissionalização do negócio futebol. Ambientes mais agradáveis nos estádios, segurança, organização, publicação de lucros e dividendos, marketing latente e campanhas para angariar sócios.
Na contramão, como ônus, doeu-nos o coração: vemos promessas de craques embracarem para Europa, compra de jovens e desconhecidos jogadores, e venda de grandes ídolos, tudo sem a menor piedade da torcida.
É fato que, hoje em dia, o que interessa a um clube de futebol é fazer receita, é lucrar, e chegar (e manter-se) no topo, ser uma Microsoft do futebol.
Assim, com essa ideia, arranja-se um bom jogador de 15 anos de idade, vindo de Itatibaiba do Sul, e firma-se contrato (com os pais) pagando-se nada ou muito pouco. O jovem garoto vai para as categorias de base. Desponta. Vai (se não foi vendido antes) para o time principal. Faz três gols em um Gre-Nal, beija o escudo, chora sob declarações de amor ao clube ao fim do jogo. Emotiva a torcida, que o aclama como o novo Garrincha. Sai do estádio. No caminho, é vendido para o Chelsea. Vai pro aeroporto rumo à Europa. E a torcida... bom, fica na torcida para que um dia a nova promessa retorne para que ao menos jogue dois jogos. E o clube? Bom, o clube, ou a empresa, faz tic-tlim, e fatura milhões de euros ou doláres.
E é também com essa ideia de lucro empresarial que se traz jogadores que possam ser, no mínimo, renegociados. O atacante brasileiro Fitica, do Real Pompeu, após ficar no futebol espenhol por 6 anos, ou menos, ou até uma fisgada no músculo posterior da coxa, ou até sentir saudade de Itatibaia, rescinde seu contrato. Pede para voltar. Já conta ele com seus 32 anos. Pode ter certeza que não vem. Agora, se tiver 28... ah! há o mundo árabe para repassá-lo.
Resumo dessa lenga-lenga: o clube tem que ter lucro. Dane-se o amor ao clube. Danem-se os adoradores romancistas do futebol.
Não tenho dúvidas que a atual direção do Inter, ao lado da direção do São Paulo FC, são as duas maiores aplicadoras da lei Pelé e dessa ideia de clube empresa. Inter e São Paulo já são verdadeiras empresas. Basta analisar as vendas e as contratações. Basta ver a organização da direção - com eventuais equívocos, claro, como qualquer empresa.
O Inter, por exemplo, lançou Nilmar. Vendeu-o por uma nota. Ele deu uma volta ao mundo até se machucar. Foi dado como acabado aos 25 anos. A direção foi atrás da cara. Tratou-o. Relançou-o. Vendeu-o novamente. E por mais que tinha vendido antes. É um dos poucos casos de lucro duplo com o mesmo produto de venda.
Há poucos dias, o Inter renegou Fernandão - que saiu cedo do Goiás, foi para Europa, veio para o Inter e foi para o mundo árabe. Minha visão romancista não deixou eu analisar (no momento) com os olhos da realidade. Mas a verdade é que o que faríamos com o Fernandão, se não pagar-lhe salários? Não haveria o retorno financeiro - relembrando que ele conta com 31 anos e já andou por tudo que é canto. Fernandão é, em minha opinião, um dos três maiores jogadres da história do Colorado, mas ele teria o conforto de vir e poder perder (já ganhou tudo) e, mais, não dar o retorno financeiro esperado. Complicado.
Em compensação, o Inter repatriou Edu, do Bétis. Dizem se tratar de um bom jogador. O youtube me mostrou algumas coisas nesse sentido. Mas qual a diferença entre Edu e Fernandão? Edu é um pouco mais novo e pode ser revendido para o futebol árabe por uma boa quantia. Simples assim.
Enquanto isso, há quem aposte gerar lucro com Renato Cajá... mas isso faz parte de quem recém está entrando no mundo das empresas...
Noves fora, só acho uma pena que a frieza dos números acaba com o calor da paixão.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
CAIU A CASA!!!!
Por Capitão Rodrigo Pohlmann Cambará
Para quem não sabe, o Grêmio neste turno do campeonato não ganhou nenhuma partida fora de casa. Isso mesmo, de nove jogos, foram sete derrotas e dois empates.
Escuto, já faz um tempo, os nossos dirigentes dizendo que irão qualificar o grupo, que é preciso contratar. Informo a direção gremista que, se não contratarem urgentemente, vamos brigar para fugir do rebaixamento.
Isso não é alarmismo barato, nem estou me aproveitando desse momento ruim para baixar o sarrafo, mas é que a barca tá furada e falta pouco para afundar.
Não adianta contratar um técnico como Autuori, que reputo de 1ª linha, sem um limite mínimo de qualidade.
Vou dar um simples exemplo prático: No próximo jogo, Tcheco e Sousa, os dois únicos armadores do time, não poderão jogar pois estão suspensos. Quem entrará no lugar deles?
Uma vaga está preenchida: o famoso quase estrela, quase craque, que todos os times da Europa querem ele, mas ninguém compra, Douglas Costa. Na outra vaga, será uma disputa de horrores: Orteman, Maylson, Makelele, etc.
Diante de tanta qualidade, o nosso bom técnico terá essa semana para resolver esse problema. Sendo sincero, não queria estar na pele do treinador numa hora dessas...
Saudações aos amigos.
domingo, 9 de agosto de 2009
Nau sem rumo
Por Adriano Comissoli
Alerta!! Alerta!!
Abraço no pai eu dei, mas o Grêmio perdeu pro Grêmio!! Que que é isso, minha gente?
Nem vou questionar se mereceu perder ou não, mas tá a feia a coisa pro nosso lado. A nau tá sem rumo e o capitão da barca tá ocupado vomitando com enjôo.
O que falta ao clube é objetivo. Afinal de contas qual é a ambição do Grêmio nesse certame? O time não sabe a que veio no campeonato brasileiro. Não tá lutando pelo título, não parece almejar vaga para a Libertadores. Tá contente em levar uma Sul Americana? Sabe-se lá! Ao que parece sobreviver aos trancos e barrancos é tudo.
E aí, direção?? O que o torcedor gremista deve esperar do time na segunda metade do torneio? O que ele deve almejar? A pergunta não é cretina, pois o que questiono é o que vai nos motivar a ir aos jogos no Olímpico. Certamente não é a alta qualidade do nosso futebol. Ou será que o motivo do time não vencer fora de casa é tão somente a ausência da torcida?
Ah!!! E eu que achava que era a ausência de meio campo, laterais, atacantes...
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Quarta teve Goethe
Por Carlos Augusto Petersen Chaves
Quarta feira acordei cedo. Mal humorado como quase sempre. Mas o compromisso era às sete horas da matina. É a naba de se jogar no Japão.
Mate a tira colo e vamos pro jogo.
Vinte minutos do primeiro tempo. Já tivemos gol anulado... O campo parece o do Jaconi... O que tenho pra fazer hoje no escritório...? Mas lá pelas tantas percebo o chiadinho que vem da caixa de som. Aumento o volume.
É!! Esse jogo tem o chiado do Japão!!!
Me acomodo melhor no sofá. Bate um sentimento diferente, uma mistura de nervosismo, satisfação, orgulho e... tenho certeza que já senti isso antes. Essa apreensão eu já tive.
O jogo contra o Oita Trinita tem a áurea do jogo com o Al Alhy. Claro, a vergonha de perder pro Oita seria a idêntica que teríamos passado numa eliminação no primeiro jogo do Mundial Fifa 2006. Só o Inter tinha a perder. Se é que existe um jogo jogado, esse era um. Só quem decide mundial em 2 jogos sabe o que é isso.
Por alguns bons minutos eu ceguei em frente a televisão. As imagens que vinham a cabeça era daquele jogo contra os egípcios. As embaixadinhas de ombro do Pato sobre a risca lateral. O drama depois do gol de empate. Quem estava na sala dando sorte. O alívio do gol do Luiz Adriano e os foguetes ao final. Que venha o próximo! Barça ou América do México? Torcerei pelo América certo!!
Acordo desse devaneio. O time do Tite atrai novamente o adversário pro seu campo depois dum 2 x 0 exatamente da mesma forma que como contra São Paulo, Fluminense, etc, etc... Não serei chato de repetir o que já disse sobre isso antes. Mas mantenho a posição, viu Daniel!
Entre mortos, feridos e substituídos fizemos o tema de casa (sem falsa modéstia no uso do termo “casa”). Ganhamos dos japas de 2 x 1. Fizemos uma festinha protocolar e até encabulada. Nove e meia da manhã. Azar! Sigo a minha rotina de colorado quando ganha título: pego meu carro e vou pra Goethe. Só que hoje, pelo horário, é sem cerveja.
Grêmio vs. Grêmio
por Adriano Comissoli
Domingo dia 9 de agosto, dois compromissos aos gremistas. O primeiro cumprimentar o paizão véio que ao dar aquele vem cá minha nega na santa mãezinha de cada um de nós engendrou mais um tricolor no mundo.
Pra muitos foi o pai quem também indicou à progênie o time a se torcer, algo já abordado pelo colega Daniel neste blog. No meu caso algo de ezquizofrênico envolveu essa decisão, pois o meu pai - paulista e paulistano da Mooca - é torcedor do tricolor do Morumbi. Ainda assim nunca influenciou nenhum dos filhos que logo se inclinaram por trocar a faixa vermelha do unifrome do São Paulo por uma cor menos brega, o azul! Coube aos meus irmãos, com franco destaque ao Henrique, ensinar-me as lides dos estádios. Um dia comento com calma a "traição" do meu irmão mais velho que fez o que ninguém jamais deveria fazer e virou a casaca por mero despeito. Outro dia.
O segundo compromisso do torcedor do Imortal Tricolor é assistir ao curioso embate entre Grêmio e Grêmio, marcado pras 18 horas e 30 minutos.
Não sejamos ingênuos de acreditar que a partida entre os homônimos é coisa pouca, pois a equipe de Barueri está colada em pontos conosco. É uma oportunidade de ouro para se afastar dos rivais mais imediatos, já que o Corinthians enfrenta o Flamengo - partida que pormete ser eletrizante - o São Paulo encara o imprevisível Goiás (Fernandão já joga?) e o Avaí tenta passar a perna no Santos. Com sorte podemos respirar um pouco pra fora desse grupo embolado. De todo o modo não sejamos ingênuos, primeiro façamos o dever de casa contra o desconhecido time de Barueri, depois comecemos com a complicada matemática das projeções.
São 25 pontos em 17 partidas, ganhando essa mais 3, aí tem mais um jogo, noves fora, a raiz quadrada de pi na quinta potência elevada ao logaritmo de alfa... Ah!! Vamo joga bola, tchê!!!
**************************
Em tempo, no caso de assistir ao jogo com o pai véio não seja cretino, levanta do sofá e pega um cerveja pro coroa, guri!
Não foi mau, não foi mau
por Adriano Comissoli
Olha, gente, não foi mau esse empate contra o Palmeiras, considerando que se trata do líder do campeonato e principalmente as últimas atuações do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense. Ainda mais se percebemos que o time presisonou, jogou aguerrido e que finalmente Autuori parece ter algum controle sobre a equipe.
Retratação deste autor? Nem tanto. Me queixei da chegada de Autuori em momento tão dramático e espinhoso como foi a final da Libertadores. Meu argumento era bem simples: ele não possuía o devido conhecimento do plantel e ainda por cima arriscava alterar o esquema tático. Com o tempo parece estar dando forma ao time.
Ainda estamos longe de atuações brilhantes ou ao menos de uma posição tranquila no campeonato, mas parece que o meu clube bipolar ando tomando lítio nas últimas semanas e pode me poupar alguns sustos futuros.
Ainda assim o Grêmio vai entrar em campo com o placar indefinido em todos os jogos do campeonato. Até o final não haverá jogo fácil pra nós esse ano.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
E DEPOIS DA SURUGA, TUDO VOLTA AO NORMAL
por Daniel Haigert
O Adolfo, um conhecido meu, curte uma orgia. Ele me confessou isso dia desses, no balcão de um bar da Lima e Silva, após contar-me, diante dos garçons atônitos que ouviam a conversa, suas peripécias sexuais. No dia seguinte cruzei pelo Adolfo, no Tribunal de Justiça; sujeito sério e engravatado. Não pude deixar de pensar, sarcasticamente: Mas tu, hein, Adolfo..?!?!?
O Adolfo é o típico cara que, após uma suruba, toca sua vida normalmente, como se nada tivesse acontecido.
Adaptei o modus vivendi do Adolfo para o futebol, e com um toque de pessimismo.
Para mim, a Copa Suruba - desculpe, Copa Suruga - não prestou pra nada, senão para justificar a porcaria que será o jogo de segunda-feira, dia 10/08, no Beira-Rio. Já conseguiram a desculpa para a apresentação pífia que ocorrerá diante do glorioso e popular Ixxport!Ixxport!Ixxport!, que está na rabeira da tabela.
Não digo com isso que perderemos o jogo. Digo, isso sim, que certamente o Inter não apresentará um bom futebol.
Os jogadores simplesmente viajaram 2 dias para chegar lá no quinto dos infernos, jogaram num potreiro, contra um bando de japoneses corredores, no verão e com estufa ligada, e horas depois embarcaram de volta para chegar aqui... amanhã! Descansarão sábado e domingo e, segunda, os que tiverem sobrevivido e não machucados, entrarão em campo precisando vencer. Sim! Precisando vencer! Isso porque os times da ponta tão ganhando e temos que correr atrás.
E já sei que, mesmo depois da tal da Suruga, o Inter apresentará os mesmos problemas de posicionamento (zaga, por exemplo) e decréscimo técnico (Índio, por exemplo) que já viraram rotina nos jogos do Colorado - até lá, na abafada terra do sol nascente.
Ou seja, tal qual faz o Adolfo, depois do pegaquetepego, a vida continua normalmente. O Inter com seus problemas de disciplina, de organização tática, de treinamento, e de técnica, e o Adolfo passeando por aí, todo sério e engravatado.
O Adolfo é o típico cara que, após uma suruba, toca sua vida normalmente, como se nada tivesse acontecido.
Adaptei o modus vivendi do Adolfo para o futebol, e com um toque de pessimismo.
Para mim, a Copa Suruba - desculpe, Copa Suruga - não prestou pra nada, senão para justificar a porcaria que será o jogo de segunda-feira, dia 10/08, no Beira-Rio. Já conseguiram a desculpa para a apresentação pífia que ocorrerá diante do glorioso e popular Ixxport!Ixxport!Ixxport!, que está na rabeira da tabela.
Não digo com isso que perderemos o jogo. Digo, isso sim, que certamente o Inter não apresentará um bom futebol.
Os jogadores simplesmente viajaram 2 dias para chegar lá no quinto dos infernos, jogaram num potreiro, contra um bando de japoneses corredores, no verão e com estufa ligada, e horas depois embarcaram de volta para chegar aqui... amanhã! Descansarão sábado e domingo e, segunda, os que tiverem sobrevivido e não machucados, entrarão em campo precisando vencer. Sim! Precisando vencer! Isso porque os times da ponta tão ganhando e temos que correr atrás.
E já sei que, mesmo depois da tal da Suruga, o Inter apresentará os mesmos problemas de posicionamento (zaga, por exemplo) e decréscimo técnico (Índio, por exemplo) que já viraram rotina nos jogos do Colorado - até lá, na abafada terra do sol nascente.
Ou seja, tal qual faz o Adolfo, depois do pegaquetepego, a vida continua normalmente. O Inter com seus problemas de disciplina, de organização tática, de treinamento, e de técnica, e o Adolfo passeando por aí, todo sério e engravatado.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
A SURUGA
por Daniel Haigert
E mais uma taça está no armário, minha gente. Essa com um nome mais sugestivo, ao menos. Pena que não rolou a propaganda do Toshiro para incentivar eu acordar mais cedo que o de costume e ver os minutos iniciais do jogo. Acordei quando a bola já estava quicando de um lado pro outro no meio daquele potreiro - ô campinho bem ruim. Nem parece que rolou jogo de Copa do Mundo lá...
Mas, enfim, Alecsandro, que eu já disse ser um bom jogador, e Andrezinho, o nome do jogo, fizeram os gols na vitória do Inter por 2 x 1 sobre o OooTTToooo Trinita - eu sei que é Oita... Andrezinho fez um golaço, vale a pena conferir.
A decepção ficou por parte do meu zagueiro Índio, que anda numa má fase "dos inferno", ao ponto do Kawasaki lá driblar ele tipo joguinho de HD e dar um pataço indefensável para descontar no placar. No mais, precisamos urgentemente arrumar o lado direito da zaga, que é temeroso.
O Inter não jogou bem, de novo, mas fez o suficiente para levantar mais uma taça em sua invejável coleção de títulos.
Especificamente, antes que desmereçam a Suruga Bank Cup, transcrevo o ensinamento do Guerrinha hoje pela manhã na Rádio Gaúcha: "mais feio que ganhar a Copa Suruga seria perder a Copa Suruga".
Adiciono: Povo na rua, taça no armário e - ticticlim! no caixa - bicho no bolso! E em moeda estrangeira!
Saionara, sanseis, nisseis e vocêiiis!
Mas, enfim, Alecsandro, que eu já disse ser um bom jogador, e Andrezinho, o nome do jogo, fizeram os gols na vitória do Inter por 2 x 1 sobre o OooTTToooo Trinita - eu sei que é Oita... Andrezinho fez um golaço, vale a pena conferir.
A decepção ficou por parte do meu zagueiro Índio, que anda numa má fase "dos inferno", ao ponto do Kawasaki lá driblar ele tipo joguinho de HD e dar um pataço indefensável para descontar no placar. No mais, precisamos urgentemente arrumar o lado direito da zaga, que é temeroso.
O Inter não jogou bem, de novo, mas fez o suficiente para levantar mais uma taça em sua invejável coleção de títulos.
Especificamente, antes que desmereçam a Suruga Bank Cup, transcrevo o ensinamento do Guerrinha hoje pela manhã na Rádio Gaúcha: "mais feio que ganhar a Copa Suruga seria perder a Copa Suruga".
Adiciono: Povo na rua, taça no armário e - ticticlim! no caixa - bicho no bolso! E em moeda estrangeira!
Saionara, sanseis, nisseis e vocêiiis!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
1.000 ACESSOS
Um mil acessos desde que colocamos o contador.
Parabéns Diplomatas!!!
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PERGUNTAS AINDA SEM RESPOSTAS
por Daniel Haigert
Ainda estou abalado. O que tem Goiás de misterioso que atrai, além de OVNIS, tamanduas bandeira e Césio 137, o Iarley e, agora, o Fernandão? Como o Goiás, aquele chato time ilhado no meio do cerrado, a quinhentos e oitenta quilômetros de alguma coisa para qualquer lado, conseguiu modificar o que estava escrito nos astros, no alinahmento o sol e da lua? Ô timezinho que é enjoado até nisso!
Acho que a direção colorada deu ouvidos ao que muito jornalista racionalista brandava aqui nesse cantão do país e ficou com medo de repatriar Fernandão e acabar com a mística do capitão.
Certamente que Fernandão seria engolido pelos carnívoros comentaristas esportivos do meu querido Rio Grande. Bastaria fardar, pisar no gramado e errar o primeiro passe para que fosse descarregada toda a fúria que ficou atravessada na guela de muitos por aqui com as taças que Fernandão levantou acima de sua cabeça. Ele está fora de forma!, Fernandão é o novo Daniel Carvalho!, Ele é ex jogador!, Fernandão deveria se aposentar!, e por ai trilharia a artilharia xiita e anti futebolistica do sul do país - até que, cansado, Fernandão faria como Clemer: acertaria um salário e curtiria apenas treinos, esquecido nos porões do Gigante, aguardando a inauguração e sua colocação no Museu Rubro.
Há certa lógica na não ação da direção colorada - se é que houve, pois Fernando Carvalho se disse surpreso. Possivelmnente a direção buscou proteger um ídolo da torcida, não o expondo novamente as críticas de alguns famigerados analistas do futebol.
Fernandão, por sua vez, deve ter lá seus motivos e suas cabeças de gado no interior de Goiás para cuidar. Ainda espero saber os detalhes da escolha que, segundo o eterno capitão, serão revelados no seu site F9 nas próximas horas ou dias.
Até lá, fico me questionando o que tem em Goiás além de OVNIS, tamanduas bandeira e Césio 137...
Acho que a direção colorada deu ouvidos ao que muito jornalista racionalista brandava aqui nesse cantão do país e ficou com medo de repatriar Fernandão e acabar com a mística do capitão.
Certamente que Fernandão seria engolido pelos carnívoros comentaristas esportivos do meu querido Rio Grande. Bastaria fardar, pisar no gramado e errar o primeiro passe para que fosse descarregada toda a fúria que ficou atravessada na guela de muitos por aqui com as taças que Fernandão levantou acima de sua cabeça. Ele está fora de forma!, Fernandão é o novo Daniel Carvalho!, Ele é ex jogador!, Fernandão deveria se aposentar!, e por ai trilharia a artilharia xiita e anti futebolistica do sul do país - até que, cansado, Fernandão faria como Clemer: acertaria um salário e curtiria apenas treinos, esquecido nos porões do Gigante, aguardando a inauguração e sua colocação no Museu Rubro.
Há certa lógica na não ação da direção colorada - se é que houve, pois Fernando Carvalho se disse surpreso. Possivelmnente a direção buscou proteger um ídolo da torcida, não o expondo novamente as críticas de alguns famigerados analistas do futebol.
Fernandão, por sua vez, deve ter lá seus motivos e suas cabeças de gado no interior de Goiás para cuidar. Ainda espero saber os detalhes da escolha que, segundo o eterno capitão, serão revelados no seu site F9 nas próximas horas ou dias.
Até lá, fico me questionando o que tem em Goiás além de OVNIS, tamanduas bandeira e Césio 137...
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
ESCAFEDEU-SE
por Daniel Haigert
Do site Fernadão F9, agora a pouco:
Goiás Esporte Clube, com muito ORGULHO!!!!!
3 de agosto de 2009TENHO DUAS CASAS, TODOS SABEM.
UMA ME ESCANCAROU AS PORTAS, A OUTRA ME FECHOU!!!!!
Não era, e não esta sendo por dinheiro.
Estou no aeroporto do Qatar. Amanhã escrevo meus motivos.
Abraços a todos e MUITO OBRIGADO!!!!
Não me resta nada mais a falar, senão a dizer que o Goiás conseguiu o feito de contrariar os astros.
Uncle Danny
por Daniel Haigert
Na última sexta-feira, 31/07, virei titio. Uma de minhas irmãs deu luz a um lindo gurizão. Uncle Danny chamar-me-á o garoto Eduardo.
Mas, admito, Eduardo tem reais chances de ser gremista. Seu quarto já está todo azulmente decorado, e a maioria de seus bichinhos de pelúcia possuem três cores: azul, preto e branco.
Bom, nada mais aceitável, vez que seu pai é um gremistão fervoroso - e quem sou eu para incentivá-lo a ir contra seu progenitor. Mais, quem sou para instigar o futuro Prefeito de Porto Alegre a destruir um dos sonhos de seu pai - de ter um parceiro para acompanhar-lhe ao estádio, fardar-lhe dos pés a cabeça desde pequeno para bater uma bola no Marinha, ou mesmo para desfilar as cores do time amado pelas ruas desse mundão a fora.
Aliás, sonho não, direito! Porque acho que é direito de um pai ter a parceria de seu filho.
É direito de um pai ter seu companheiro de jogo dentro de casa, de ter a quem pagar cachorro quente com refri dentro de seu estádio, de adquirir ingresso ao seu lado e encher-lhe os ouvidos pela devoção ou decepção do que vê em campo. Por outro lado, é obrigação do filho torcer pelo time do pai, acompanhar-lhe aos jogos, nos bons e nos ruins, nas alegrias e nas tristezas, e dar-lhe ouvido aos sábios colóquios sobre futebol e os tempos pregressos.
E é por isso que acho que Eduardo será gremista, e com minha aprovação. Mas espero que seja gremista dos bons, na categoria, porque só assim poderá escrever nesse blog.
No mais, não estranhem minha comodidade frente a tal fato, meus amigos colorados. Estou treinando forte para fazer primos colorados ao Eduardo.
Mas, admito, Eduardo tem reais chances de ser gremista. Seu quarto já está todo azulmente decorado, e a maioria de seus bichinhos de pelúcia possuem três cores: azul, preto e branco.
Bom, nada mais aceitável, vez que seu pai é um gremistão fervoroso - e quem sou eu para incentivá-lo a ir contra seu progenitor. Mais, quem sou para instigar o futuro Prefeito de Porto Alegre a destruir um dos sonhos de seu pai - de ter um parceiro para acompanhar-lhe ao estádio, fardar-lhe dos pés a cabeça desde pequeno para bater uma bola no Marinha, ou mesmo para desfilar as cores do time amado pelas ruas desse mundão a fora.
Aliás, sonho não, direito! Porque acho que é direito de um pai ter a parceria de seu filho.
É direito de um pai ter seu companheiro de jogo dentro de casa, de ter a quem pagar cachorro quente com refri dentro de seu estádio, de adquirir ingresso ao seu lado e encher-lhe os ouvidos pela devoção ou decepção do que vê em campo. Por outro lado, é obrigação do filho torcer pelo time do pai, acompanhar-lhe aos jogos, nos bons e nos ruins, nas alegrias e nas tristezas, e dar-lhe ouvido aos sábios colóquios sobre futebol e os tempos pregressos.
E é por isso que acho que Eduardo será gremista, e com minha aprovação. Mas espero que seja gremista dos bons, na categoria, porque só assim poderá escrever nesse blog.
No mais, não estranhem minha comodidade frente a tal fato, meus amigos colorados. Estou treinando forte para fazer primos colorados ao Eduardo.
DETALHES
por Daniel Haigert
Algumas coisas na vida ficam marcadas pelos detalhes.
Lembro, por exemplo, de uma propaganda de carro que - com exceção do meu amigo Pedro, que comprou o automóvel - ninguém lembra qual o modelo e a marca; mas, garanto, todo mundo lembra da musiquinha que começava com "não tem cara de tiozão..." e lá se ia pelo lálálá. Era só um detalhe, mas a musiquinha pegou mais do que o nome do carro - que, como disse, ninguém lembra qual é.
Lembro também de uma partida homérica que participei na (única) quadra central do Colégio Menino Deus. Meu aguerrido time só tinha mesmo vontade; de resto, era um deusnosacuda. Do outro lado estava o melhor time do campeonato interno. O Rodrigão, que pelo apelido vocês imaginam o tamanho que tinha, era o zagueiro. Muito embora usasse mais o corpanzil para afastar os esqueléticos atletas do meu time (protótipo no qual, na época, eu me encaixava), o tal do Rodrigão jogava bem, com excelência no quesito misto entre técnica e força. Mas não é que, certa altura do jogo, a bola quicou na minha frente, perto da nossa área, e eu dei uma bica desesperada nela. A bola pegou altura, bateu no chão e o Rodrigão veio de lá, na confiança, na categoria, peito estufado e vuuupt! furou de um jeito milagroso. A bola deu mais um quique e caiu no pé do Fernando, que - ninguém sabe como até hoje - chutou e marcou. Foi no detalhe que conseguimos aquele gol. No erro do Rodrigão. Obviamente que não adiantou de nada o gol do meu time, pois a derrota era algo já consolidado no placar. Mas que comemoramos um tento, comemoramos.
Também foi no detalhe que o Inter ganhou o título Mundial de 2006. Foi na precisa escolha do Iarley - ou tocava à direita, para o garoto Luiz Adriano, ou tocava à esquerda, para Adriano Gabirú. Tocou pro Gabirú, que com um toque magistral sobre Valdéz, correu para os braços da torcida. E ninguém lembra que Gabirú entrou no lugar de Fernandão - detalhe, simples detalhe.
E fora esses detalhes da partida - a subsituição e o gol do Gabirú - o Inter campeão de 2006 tinha, em si, dois preciosos detalhes: a confiança de Fernando Carvalho e a liderança de Fernandão. Carvalho era a voz da torcida inflamando de esperança e confiança os jogadores, e Fernandão era a voz do vestiário do Inter. A ligação entre eles era a ligação direta entre torcida e jogadores, entre o amor e a razão. Foi por esse detalhe que o Inter se tornou campeão.
E agora, nesses dias nipônicos, vem a notícia de que Fernandão rescindiu com o Al Gharafa, e que o Inter tem a prioridade. Minhas previsões (vide texto meu que há nesse blog) começam a ganhar forma - Nilmar se foi e Fernadão virá. Não tenho dúvidas.
Formar-se-á novamente a liga.
Quanto ao salário do capitão, vos digo: isso é mero detalhe.
Lembro, por exemplo, de uma propaganda de carro que - com exceção do meu amigo Pedro, que comprou o automóvel - ninguém lembra qual o modelo e a marca; mas, garanto, todo mundo lembra da musiquinha que começava com "não tem cara de tiozão..." e lá se ia pelo lálálá. Era só um detalhe, mas a musiquinha pegou mais do que o nome do carro - que, como disse, ninguém lembra qual é.
Lembro também de uma partida homérica que participei na (única) quadra central do Colégio Menino Deus. Meu aguerrido time só tinha mesmo vontade; de resto, era um deusnosacuda. Do outro lado estava o melhor time do campeonato interno. O Rodrigão, que pelo apelido vocês imaginam o tamanho que tinha, era o zagueiro. Muito embora usasse mais o corpanzil para afastar os esqueléticos atletas do meu time (protótipo no qual, na época, eu me encaixava), o tal do Rodrigão jogava bem, com excelência no quesito misto entre técnica e força. Mas não é que, certa altura do jogo, a bola quicou na minha frente, perto da nossa área, e eu dei uma bica desesperada nela. A bola pegou altura, bateu no chão e o Rodrigão veio de lá, na confiança, na categoria, peito estufado e vuuupt! furou de um jeito milagroso. A bola deu mais um quique e caiu no pé do Fernando, que - ninguém sabe como até hoje - chutou e marcou. Foi no detalhe que conseguimos aquele gol. No erro do Rodrigão. Obviamente que não adiantou de nada o gol do meu time, pois a derrota era algo já consolidado no placar. Mas que comemoramos um tento, comemoramos.
Também foi no detalhe que o Inter ganhou o título Mundial de 2006. Foi na precisa escolha do Iarley - ou tocava à direita, para o garoto Luiz Adriano, ou tocava à esquerda, para Adriano Gabirú. Tocou pro Gabirú, que com um toque magistral sobre Valdéz, correu para os braços da torcida. E ninguém lembra que Gabirú entrou no lugar de Fernandão - detalhe, simples detalhe.
E fora esses detalhes da partida - a subsituição e o gol do Gabirú - o Inter campeão de 2006 tinha, em si, dois preciosos detalhes: a confiança de Fernando Carvalho e a liderança de Fernandão. Carvalho era a voz da torcida inflamando de esperança e confiança os jogadores, e Fernandão era a voz do vestiário do Inter. A ligação entre eles era a ligação direta entre torcida e jogadores, entre o amor e a razão. Foi por esse detalhe que o Inter se tornou campeão.
E agora, nesses dias nipônicos, vem a notícia de que Fernandão rescindiu com o Al Gharafa, e que o Inter tem a prioridade. Minhas previsões (vide texto meu que há nesse blog) começam a ganhar forma - Nilmar se foi e Fernadão virá. Não tenho dúvidas.
Formar-se-á novamente a liga.
Quanto ao salário do capitão, vos digo: isso é mero detalhe.
OS TIMES DO CAMPEONATO TORCERÃO PELO GRÊMIO NA QUINTA
Por Capitão Rodrigo Pohlmann Cambará
O Grêmio tem demonstrado grande capacidade dentro do estádio Olimpico Monumental. Não importa se com dois expulsos ou time completo. Importa que está ganhando seus jogos dentro de casa. Já é uma grande coisa com esse time que está aí.
O ataque, nosso grande problema desde não sei quando, somando Jonas, Herrera e Perea, não dá um. A única unanimidade é o argentino Maxi Lopes, que também está longe de ser um grande atacante, mas demonstra ser muito esforçado .
Destaco a grande capacidade de visualizar o jogo do Técnico Autuori. Gostei da substituição do Thiego, após a 1ª expulsão, bem como a substituição do Fabio Santos. Mostrou ousadia e vontade de ganhar.
Foi muito bom o resultado de ontem. Dá moral para o time que agora sai dos seus pagos para jogar contra Palmeiras e Barueri.
O primeiro jogo, contra o time do Palmeiras, treinado por um técnico que, na minha opinião, o melhor do Brasil na atualidade, será um divisor de águas se o Grêmio obtiver a vitória.
Se acontecer isso, acredito que o time ganhe moral e vá em busca de pelo menos uma vaga na Libertadores.
Mas se não ocorrer isso, acontecer o que vem acontecendo normalmente que é a derrota fora de casa, Gremistas, vos digo, teremos que rezar para conseguirmos ficar pelo menos na zona da Sulamericana.
Diante desse grande desafio da quinta, contra o líder do Brasileirão, treinado pelo melhor técnico do Brasil atualmente, repito, na minha opinião e para não abrir mais em pontuação dos times que vem atrás, creio que todos torcerão para o Grêmio conseguir sua primeira vitória fora de casa.
Grande abraço e saudações tricolores.
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