
por Daniel Haigert
Minha vida anda por demais agitada. Estive afastado do blog em apoio ao D´Alessandro, que cumpria suspensão de cinco jogos, e em razão de estar envolvido com outros amigos, alguns dos quais escrevem nesse glorioso blog, no nosso Piquete Quatro Costados, no Acampamento Farroupilha, lá no Parque do Harmonia - o que, admito, dá muito trabalho.
O problema que tenho encontrado é conciliar tudo, o que acabou forçando eu tardar a expor meus devaneios futebolísticos.
E, a par disso, o Campeonato Brasileiro vai esquentando.
Meu Inter andou meio atrasado na tabela, meio esculhambado e desfalcado, mas ainda assim manteve-se no G-4. E, alinhado os jogos, acabou o primeiro turno como o melhor do Brasileirão.
Fui no jogo contra o Goiás. Fui ver o Inter, e o reencontro da torcida colorada com um de seus maiores ídolos - Fernandão - e com o ótimo Iarley, ambos no time esmeraldino de Goiânia.
Cheguei, domingo passado, a uma conclusão irrefutável: Fernandão é muito Colorado.
O jogo foi de arrepiar, por tudo que envolvia-o. Foi emotivo mesmo; para toda a torcida e, garanto, para Fernandão e Iarley, que tiveram seus nomes entoados pelos 30 mil espectadores que estavam presentes no Beira-Rio. E Fernandão fez-se expulso aos 12 minutos, Iarley ciscou apenas e, no fim das contas, o Inter (jogando muito) meteu 4 a 0 no xarope do cerrado.
Ontem, por compromissos avençados anteriormente, não pude comparecer ao estádio mais bonito do Brasil para ver o Inter matar o Galo Mineiro por 3 tentos a zero, grudar no Porco Paulista e, de lambuja, ganhar o primeiro turno.
Disseram-me ontem o que foi confirmado hoje nos periódicos da Capital, que o esquema adotado domingo (5-3-2) não teve êxito, e que quando alterado para o 4-4-2, o Inter depenou o Atlético, com direito a La Boba. E "fica Celso Roth".
Vamos bem. Vamos bem. Rumo ao topo.
Mas que o Tite saiba que ainda estou de olho - é sempre bom manter a corda esticada.
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