por Daniel Haigert
Bastou apenas dois minutos para o inter decidir o GRE-NAL 378.
Alecsandro, que na segunda etapa viria a perder um gol feito, escorou de peito um lançamento oriundo da meia-cancha, e a bola veio a correr na frente do camisa 10 colorado, D´Alessandro. E, bola no pé de craque é sempre perigosa. Poor "Victor Seleção"... quando se deu conta, a bola já estava no fundo das redes. Inter 1 x 0.
Aliás, o "Victor Seleção" estava numa tarde magnífica. Certamente atordoado por el fantasma, "Victor Seleção" ainda nos presenteou com um lance de extrema calidad, ao receber uma bola fraca, recuada, e conseguir a façanha de embananar-se de um jeito que acabou em escanteio.
Mas "Victor Seleção" não estava sozinho. Haviam mais 10 com ele e que, sonolentos, pareciam vestir pijamas de listas verticais e viver um pesadelo contínuo: dos cinco gre-nais de 2009, quatro vitórias rubras contra apenas uma e, encardida, azul.
Fora isso, não me perguntaram, mas se perguntassem, eu responderia que o craque do jogo foi Herrera. Trazido com festejo digno de general romano, o cabeludo correntino retirado da penumbra da série B é um jogador que merece ter seu contrato renovado com o Grêmio. Ele, sim, tem a cara do Grêmio peleador, castilhano, tanguistíco. Eis minha dica aos tricolores.
Rochemback, outro que recebeu honras, louros e aplausos ao chegar da reserva de um timeco português (porque, como constatado pelo meu amigo Adriano, times que vestem camisola não merecem crédito) também merece destaque. Foi um gigante em campo. Tem que ficar no time de azul.
De lambuja, acho que Autuori também merece um período maior, para consolidar seus conceitos de futebol no time da azenha.
Ajudado que foram meus eternos rivais com essas dicas preciosas que, de grátis, concedi, viro meu olhar as coisas sérias do mundo do futebol, e que basicamente, tratam de times, como o meio Internacional.
Notem, pelo liguajar utilizado, que ando com um ar tipo superior. É normal isso, pois é o linguajar de um sábio papá para con su hijos. Mesmo porque, como diz a música, ele é o maior, ele é o tal.
Pois bem, crianças, falemos dos adultos.
Mário (mas que Mário?), o Sérgio, fez a clássica duas linhas de 4, no esquema 4-4-2. O Grêmio, como time correntino que é, não soube enfrentar esse esquema. Perdeu-se, vagou, tocou bola, e saiu derrotado.
Daniel fez o feijão com arroz na lateral direita. A zaga colorada esteve bem, com Bolívar e Índio - e Índio quase deixou seu golzinho (para quem não lembra, sobrou uma bola na área gremista e ele deu um pataço pra fora). Sandro, o vomitão, porqueou em campo, mas manteve a marcação em Souza (que só fardou e brigou com Herrera). Guiñazu é aquilo que já sabemos, o verdadeiro Saci (está em todos os lugares ao mesmo tempo). D´Ale foi o craque do jogo ao lado do guri Giuliano, bom jogador. E na frente Taison, que merece ser banco do Marquinhos, e Alecsandro, que merece uns pipocos pra se ligar. Andrezinho veio bem no segundo, até toquezinho andou dando, mas foi parado por um pugilista qualquer de azul.
No mais, hijos, papá está cansado, e precisa se concentrar para jogo sério de quarta-feira. Ó, tomem uma bola e vão brincar lá na rua.
Alecsandro, que na segunda etapa viria a perder um gol feito, escorou de peito um lançamento oriundo da meia-cancha, e a bola veio a correr na frente do camisa 10 colorado, D´Alessandro. E, bola no pé de craque é sempre perigosa. Poor "Victor Seleção"... quando se deu conta, a bola já estava no fundo das redes. Inter 1 x 0.
Aliás, o "Victor Seleção" estava numa tarde magnífica. Certamente atordoado por el fantasma, "Victor Seleção" ainda nos presenteou com um lance de extrema calidad, ao receber uma bola fraca, recuada, e conseguir a façanha de embananar-se de um jeito que acabou em escanteio.
Mas "Victor Seleção" não estava sozinho. Haviam mais 10 com ele e que, sonolentos, pareciam vestir pijamas de listas verticais e viver um pesadelo contínuo: dos cinco gre-nais de 2009, quatro vitórias rubras contra apenas uma e, encardida, azul.
Fora isso, não me perguntaram, mas se perguntassem, eu responderia que o craque do jogo foi Herrera. Trazido com festejo digno de general romano, o cabeludo correntino retirado da penumbra da série B é um jogador que merece ter seu contrato renovado com o Grêmio. Ele, sim, tem a cara do Grêmio peleador, castilhano, tanguistíco. Eis minha dica aos tricolores.
Rochemback, outro que recebeu honras, louros e aplausos ao chegar da reserva de um timeco português (porque, como constatado pelo meu amigo Adriano, times que vestem camisola não merecem crédito) também merece destaque. Foi um gigante em campo. Tem que ficar no time de azul.
De lambuja, acho que Autuori também merece um período maior, para consolidar seus conceitos de futebol no time da azenha.
Ajudado que foram meus eternos rivais com essas dicas preciosas que, de grátis, concedi, viro meu olhar as coisas sérias do mundo do futebol, e que basicamente, tratam de times, como o meio Internacional.
Notem, pelo liguajar utilizado, que ando com um ar tipo superior. É normal isso, pois é o linguajar de um sábio papá para con su hijos. Mesmo porque, como diz a música, ele é o maior, ele é o tal.
Pois bem, crianças, falemos dos adultos.
Mário (mas que Mário?), o Sérgio, fez a clássica duas linhas de 4, no esquema 4-4-2. O Grêmio, como time correntino que é, não soube enfrentar esse esquema. Perdeu-se, vagou, tocou bola, e saiu derrotado.
Daniel fez o feijão com arroz na lateral direita. A zaga colorada esteve bem, com Bolívar e Índio - e Índio quase deixou seu golzinho (para quem não lembra, sobrou uma bola na área gremista e ele deu um pataço pra fora). Sandro, o vomitão, porqueou em campo, mas manteve a marcação em Souza (que só fardou e brigou com Herrera). Guiñazu é aquilo que já sabemos, o verdadeiro Saci (está em todos os lugares ao mesmo tempo). D´Ale foi o craque do jogo ao lado do guri Giuliano, bom jogador. E na frente Taison, que merece ser banco do Marquinhos, e Alecsandro, que merece uns pipocos pra se ligar. Andrezinho veio bem no segundo, até toquezinho andou dando, mas foi parado por um pugilista qualquer de azul.
No mais, hijos, papá está cansado, e precisa se concentrar para jogo sério de quarta-feira. Ó, tomem uma bola e vão brincar lá na rua.
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