por Daniel Haigert
Sou do tempo do Micro System, daqueles 3 em 1, hoje em dia em desuso, pois não faz frente aos MP, que já estão no número 5.
Com base na mesma idéia, de multifuncionalidade, vou fazer um resumo do que se deu desde Mário Sérgio desembarcou em Porto Alegre, e embarcou na canoa furada do Beira-Rio, descaradamente como treinador tampão (temporário).
Mário chegou ao Beira-Rio e, de pronto, saiu do armário (horrível essa, mas, enfim). Chegou chegando, como diria algum malandro agulha que circula na Andradas.
Já na primeira entrevista, disse que só jogaria quem estivesse bem, quem fosse melhor, que D´Alessandro era titular absoluto, e que o esquema seria 3-5-2. Todo mundo se olhou e "oh! esse cara veio revirando".
Considerado por muitos como linha dura e treinador que fala o futebolês do vestiário, Mário literalmente chegou chegando. Já na sequência, o Inter jogaria três jogos nos quais poderia adquirir nove pontos. Náutico e Atlético PR em casa, e Flu no Rio.
Inter x Náutico: Mário, que chegara na segunda, havia "treinado" o Inter apenas na terça para o jogo de quarta contra o Náutico. Entrou de 3-6-1, com Alecsandro na frente, dois armadores (Andrezinho e D´Ale) e, literalmente, um bando atrás.
Em altos brados retumbantes, afirmei que pareciam um cardume de lambaris atrás de um pedaço de pão. Final, 3x1 pro Inter, mas com direito a cabelos em pé. Dei desconto, afinal, três pontos estavam no bolso, e Mário recém havia chegado.
Inter x Atlético PR: Não fui nesse jogo de feriadão. Final 1x1, com direito a gol salvador do Inter aos 44 do segundo tempo, o que, por si, resume o jogo: da pedra fizeram uma pedreira. Os que acompanharam, não gostaram do que viram.
Flu x Inter: Jogo horrível. Sistema 3-6-1. Continuei vendo um bando desorganizado em campo, quiçá com algum progresso no segundo tempo, com o 3-5-2, e a entrada de Andrezinho e o garoto Marquinhos. Ainda assim, visivelmente, faltam treinos.
A verdade é que pouco se viu de Mário Sérgio até agora, com exceção da balançada que deu no maladro do D´Alessandro, que só joga quando quer.
Se servisse para algo produtivo esse site, e fosse levado a sério minhas mirabolantes ideias cibernéticas, Mário poderia elaborar um sistema interessante:
Um 4-5-1, com um goleiro qualquer, Daniel, Bolívar, Eller e Kleber; Sandro, Guinazu, em linha, e na frente deles Giuliano, Andrezinho e D´Alessandro, com Alecsandro na frente.
Daniel, dizem, é bom na marcação. Serve.
Bolívar e Eller formam uma zaga de Libertadores.
Kleber é apoiador nato. Daniel cobriria sua subida, deixando uma ideia de zaga de 3.
Guina e Sandro se completam. Um corre, outro marca, e ambos saem jogando.
Giuliano é bom jogador e bate bem de fora da área, assim como Andrezinho.
D´Alessandro é o craque do time, não pode sair.
E Alecsandro é um dos goleadores do Brasileirão.
Mas... pena que ninguém de lá leia isso....
Com base na mesma idéia, de multifuncionalidade, vou fazer um resumo do que se deu desde Mário Sérgio desembarcou em Porto Alegre, e embarcou na canoa furada do Beira-Rio, descaradamente como treinador tampão (temporário).
Mário chegou ao Beira-Rio e, de pronto, saiu do armário (horrível essa, mas, enfim). Chegou chegando, como diria algum malandro agulha que circula na Andradas.
Já na primeira entrevista, disse que só jogaria quem estivesse bem, quem fosse melhor, que D´Alessandro era titular absoluto, e que o esquema seria 3-5-2. Todo mundo se olhou e "oh! esse cara veio revirando".
Considerado por muitos como linha dura e treinador que fala o futebolês do vestiário, Mário literalmente chegou chegando. Já na sequência, o Inter jogaria três jogos nos quais poderia adquirir nove pontos. Náutico e Atlético PR em casa, e Flu no Rio.
Inter x Náutico: Mário, que chegara na segunda, havia "treinado" o Inter apenas na terça para o jogo de quarta contra o Náutico. Entrou de 3-6-1, com Alecsandro na frente, dois armadores (Andrezinho e D´Ale) e, literalmente, um bando atrás.
Em altos brados retumbantes, afirmei que pareciam um cardume de lambaris atrás de um pedaço de pão. Final, 3x1 pro Inter, mas com direito a cabelos em pé. Dei desconto, afinal, três pontos estavam no bolso, e Mário recém havia chegado.
Inter x Atlético PR: Não fui nesse jogo de feriadão. Final 1x1, com direito a gol salvador do Inter aos 44 do segundo tempo, o que, por si, resume o jogo: da pedra fizeram uma pedreira. Os que acompanharam, não gostaram do que viram.
Flu x Inter: Jogo horrível. Sistema 3-6-1. Continuei vendo um bando desorganizado em campo, quiçá com algum progresso no segundo tempo, com o 3-5-2, e a entrada de Andrezinho e o garoto Marquinhos. Ainda assim, visivelmente, faltam treinos.
A verdade é que pouco se viu de Mário Sérgio até agora, com exceção da balançada que deu no maladro do D´Alessandro, que só joga quando quer.
Se servisse para algo produtivo esse site, e fosse levado a sério minhas mirabolantes ideias cibernéticas, Mário poderia elaborar um sistema interessante:
Um 4-5-1, com um goleiro qualquer, Daniel, Bolívar, Eller e Kleber; Sandro, Guinazu, em linha, e na frente deles Giuliano, Andrezinho e D´Alessandro, com Alecsandro na frente.
Daniel, dizem, é bom na marcação. Serve.
Bolívar e Eller formam uma zaga de Libertadores.
Kleber é apoiador nato. Daniel cobriria sua subida, deixando uma ideia de zaga de 3.
Guina e Sandro se completam. Um corre, outro marca, e ambos saem jogando.
Giuliano é bom jogador e bate bem de fora da área, assim como Andrezinho.
D´Alessandro é o craque do time, não pode sair.
E Alecsandro é um dos goleadores do Brasileirão.
Mas... pena que ninguém de lá leia isso....
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