Por Rafael Quadros
Paira no ar da cidade, além do fog londrino, uma certa ansiedade que ronda o imaginário dos torcedores da dupla.
Decisão em dupla jornada, secar e torcer, torcer e secar.
Convicto e ciente de meu dever, estarei no Monumental Olímpico, para ao invés de aventar o páreo corrido, perder a voz e o tino alentando o Tricolor dos Pampas, a galgar sua presença em mais uma semifinal da Copa.
Não existe jogo jogado em se tratando de futebol, sobretudo em LA, e o jogo só termina quando acaba.
Latente vantagem, é verdade, detém o Grêmio, porém prudência e canja de galinha não fazem mal a ninguém, e respeito é bom e mantém os dentes no lugar.
Com este espírito deve ingressar a equipe no gramado esta noite. Sem delongas, logo de cara, deve pressionar e buscar o resultado, visando lancinar a meta de Chaves com tantos tentos estejam aptos o ataque tricolor. Pressionar é preciso, quebrar a bola dos bailarinos venezuelanos é uma imposição, já que estamos no mês de junho, incentivaremos a prática do viva São João dos Caraquenses.
Espero que Alex Mineiro desencante, que o Ruy, Cabeça de Lâmpada, acerte uma bola na cabeça loura de Maxi e, sobretudo, que nosso guarda-valas honre a camisa 1 que ostenta às costas, vertida em passados distantes por Lara, Alberto, Velho Mazza Lobão e, em passados recentes por Danrlei de Deus e, futuro ausente ( ave Dunga), por São Victor.
Rogo seja estabelecido o sistema implantado pelo Professor Autuori, muito embora, não tenha me mostrado muitas diferenças (em relação ao antigo esquema) perante o time de pó de arroz no domingo último. A velha falta de pontaria há de cessar, mais cedo ou mais tarde, suplico pois que seja mais cedo, hoje, a partir das 21:50.
Mas e a copa do Brasil? Deixemos o nervosismo e possíveis festejos para os barrados da LA 50, que pelo menos honrem a tradição de realizarem uma final digna deste torneio no qual estou jubilado e amplamente laureado.
Então é o seguinte, lugar de tricolor é nas mediações da Azenha, por que secar, você sabe, é coisa de vermelho.
Te aguardo na cancha!
Salve !
Decisão em dupla jornada, secar e torcer, torcer e secar.
Convicto e ciente de meu dever, estarei no Monumental Olímpico, para ao invés de aventar o páreo corrido, perder a voz e o tino alentando o Tricolor dos Pampas, a galgar sua presença em mais uma semifinal da Copa.
Não existe jogo jogado em se tratando de futebol, sobretudo em LA, e o jogo só termina quando acaba.
Latente vantagem, é verdade, detém o Grêmio, porém prudência e canja de galinha não fazem mal a ninguém, e respeito é bom e mantém os dentes no lugar.
Com este espírito deve ingressar a equipe no gramado esta noite. Sem delongas, logo de cara, deve pressionar e buscar o resultado, visando lancinar a meta de Chaves com tantos tentos estejam aptos o ataque tricolor. Pressionar é preciso, quebrar a bola dos bailarinos venezuelanos é uma imposição, já que estamos no mês de junho, incentivaremos a prática do viva São João dos Caraquenses.
Espero que Alex Mineiro desencante, que o Ruy, Cabeça de Lâmpada, acerte uma bola na cabeça loura de Maxi e, sobretudo, que nosso guarda-valas honre a camisa 1 que ostenta às costas, vertida em passados distantes por Lara, Alberto, Velho Mazza Lobão e, em passados recentes por Danrlei de Deus e, futuro ausente ( ave Dunga), por São Victor.
Rogo seja estabelecido o sistema implantado pelo Professor Autuori, muito embora, não tenha me mostrado muitas diferenças (em relação ao antigo esquema) perante o time de pó de arroz no domingo último. A velha falta de pontaria há de cessar, mais cedo ou mais tarde, suplico pois que seja mais cedo, hoje, a partir das 21:50.
Mas e a copa do Brasil? Deixemos o nervosismo e possíveis festejos para os barrados da LA 50, que pelo menos honrem a tradição de realizarem uma final digna deste torneio no qual estou jubilado e amplamente laureado.
Então é o seguinte, lugar de tricolor é nas mediações da Azenha, por que secar, você sabe, é coisa de vermelho.
Te aguardo na cancha!
Salve !
Secador dos inferno!
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