
por Daniel Haigert
No dia do amigo cumprimento todos meus amigos, independente do time de futebol. Forte abraço a todos!
Aproveito para registrar que meu abraço se estende aos demais amigos que eu tenho. É que, além dos meus amigos usuais, tactíveis, possuo amigos platônicos. Seria aquela espécie de estima que a gente possui por aqueles que, segundo minha amiga Raquel, colorada, não sabem que são importantes para nós.
E eu cultivo algumas amizades platônicas.
O Adroaldo Guerra, com quem já troquei emails, por exemplo. Sempre comecei meus emails ao Guerrinha chamando-o de "Prezado amigo Guerrinha". O Guerrinha é meu amigo. Mas ele não sabe disso. Ficou mais meu amigo quando se revoltou com o Tite. Somos dois, eu e o Guerrinha, contestando o professor rubro.
Outro estimado amigo platônico meu é o Fernandão, jogador do qual virei fã desde seus primeiros minutos em campo - foi num Gre-Nal no qual marcou o gol, 1000 em clássicos, e o 1001. Para mim, Fernandão é o eterno capitão Colorado.
Certa vez fiz plantão no restaurante dele para pegar um autografo daquele que, ao lado de Falcão e Figueroa, para mim, é o maior jogador da história do Inter na minha camiseta. Aliás, a camiseta que tenho é digna de quadro, mas isso conto outra hora.
Bom, meu amigo Fernandão ficou mais meu amigo quando deu uma entrevista naquele programa no qual o cara senta numa cadeira e jornalistas de vários jornais fazem perguntas. Chama-se Roda viva, se não estiver enganado. Lá, naquele programa, ele disse que era Colorado. Disse que, além de jogador, ele era torcedor do Inter. A partir daquele momento, Fernandão tirou seu nome do plantel e colocou-o na história. Virou imune a boa ou má atuação. Fernandão e Inter nunca mais foram os mesmos. E minha amizade com ele só cresceu - mas ele nunca soube disso.
Até devoto do blog do Fernandão virei (www.fernadaof9.com.br). Sempre dou uma olhada lá para ver quando ele vai voltar para o Inter. Parece que há uma possibilidade, ainda que remota, mas nada certo, nada alinhado.
Lá, no blog dele, ele escreve muito sobre o Inter. E eu, amigo discreto, mais um na multidão que escreve a ele, fico ali a postar comentários pedindo que ele volte ao Beira-Rio. Nem sei se ele lê, ou se ele publica, mas... amizade platônica tem disso.
Aproveito para registrar que meu abraço se estende aos demais amigos que eu tenho. É que, além dos meus amigos usuais, tactíveis, possuo amigos platônicos. Seria aquela espécie de estima que a gente possui por aqueles que, segundo minha amiga Raquel, colorada, não sabem que são importantes para nós.
E eu cultivo algumas amizades platônicas.
O Adroaldo Guerra, com quem já troquei emails, por exemplo. Sempre comecei meus emails ao Guerrinha chamando-o de "Prezado amigo Guerrinha". O Guerrinha é meu amigo. Mas ele não sabe disso. Ficou mais meu amigo quando se revoltou com o Tite. Somos dois, eu e o Guerrinha, contestando o professor rubro.
Outro estimado amigo platônico meu é o Fernandão, jogador do qual virei fã desde seus primeiros minutos em campo - foi num Gre-Nal no qual marcou o gol, 1000 em clássicos, e o 1001. Para mim, Fernandão é o eterno capitão Colorado.
Certa vez fiz plantão no restaurante dele para pegar um autografo daquele que, ao lado de Falcão e Figueroa, para mim, é o maior jogador da história do Inter na minha camiseta. Aliás, a camiseta que tenho é digna de quadro, mas isso conto outra hora.
Bom, meu amigo Fernandão ficou mais meu amigo quando deu uma entrevista naquele programa no qual o cara senta numa cadeira e jornalistas de vários jornais fazem perguntas. Chama-se Roda viva, se não estiver enganado. Lá, naquele programa, ele disse que era Colorado. Disse que, além de jogador, ele era torcedor do Inter. A partir daquele momento, Fernandão tirou seu nome do plantel e colocou-o na história. Virou imune a boa ou má atuação. Fernandão e Inter nunca mais foram os mesmos. E minha amizade com ele só cresceu - mas ele nunca soube disso.
Até devoto do blog do Fernandão virei (www.fernadaof9.com.br). Sempre dou uma olhada lá para ver quando ele vai voltar para o Inter. Parece que há uma possibilidade, ainda que remota, mas nada certo, nada alinhado.
Lá, no blog dele, ele escreve muito sobre o Inter. E eu, amigo discreto, mais um na multidão que escreve a ele, fico ali a postar comentários pedindo que ele volte ao Beira-Rio. Nem sei se ele lê, ou se ele publica, mas... amizade platônica tem disso.
Abraço, amigos meus.
Vou retribuir o abraço ao amigo e aproveitar para - desarmado da rivalidade - dizer que este texto está muito, mas muito bom mesmo!
ResponderExcluirGostei da forma sincera de escrever!! Nota deiz!
Feliz dia do amigo ao amigo. Do amigo "anônimo" conhecido...
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