segunda-feira, 20 de julho de 2009

O CATETE E O MÁXI

por Rafael Quadros


Algumas coisas permeiam nossa mente, ficam esnucadas em nossa memória, como a primeira vez que vimos um vaga-lume, ou a circunstância na qual nos deparamos com a primeira vitória em disputa de bafo, outras vivem no insconsciente popular ou ainda transcendem as paredes de qualquer Museu ou aulas de física quântica.

Quem não chorou com a morte do Senna, quem ousa duvidar que o Armstrong pisara na Lua; não existem evidências que comprovem a passagem do Grande Mestre Nazareno, todavia, tu sabes e eu sei, Ele existiu e sua trajetória é Suprema.

Você sabe que o enfezado de São Borja, o baixinho da Estância do Itu, foi o Maior Estadista Brasileiro, e assim como ele, o Tricolor, de tradição e Glórias Mil, ontem galgou seu pedaço no ínfimo espaço da memória que cabe aos Imortais.

Ontem, diletos amigos, o Maxi saiu da vida para entrar na História.

Renovados os laços, estabelecidos os vínculos, que venham os próximos 10x0 anos!

Salve !

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