por Rafael Quadros
Algumas coisas permeiam nossa mente, ficam esnucadas em nossa memória, como a primeira vez que vimos um vaga-lume, ou a circunstância na qual nos deparamos com a primeira vitória em disputa de bafo, outras vivem no insconsciente popular ou ainda transcendem as paredes de qualquer Museu ou aulas de física quântica.
Quem não chorou com a morte do Senna, quem ousa duvidar que o Armstrong pisara na Lua; não existem evidências que comprovem a passagem do Grande Mestre Nazareno, todavia, tu sabes e eu sei, Ele existiu e sua trajetória é Suprema.
Você sabe que o enfezado de São Borja, o baixinho da Estância do Itu, foi o Maior Estadista Brasileiro, e assim como ele, o Tricolor, de tradição e Glórias Mil, ontem galgou seu pedaço no ínfimo espaço da memória que cabe aos Imortais.
Ontem, diletos amigos, o Maxi saiu da vida para entrar na História.
Renovados os laços, estabelecidos os vínculos, que venham os próximos 10x0 anos!
Salve !
Mas é um apaixonado esse Quadros!
ResponderExcluirTái, gostei do floreio! Oigalê!
o mestre nazareno era o do chico anysio?
ResponderExcluirca-la-da!!!