quarta-feira, 15 de julho de 2009

RUBRAS PONDERAÇÕES

por Daniel Haigert

Resolvi ponderar algumas coisas, dado meu animus hodierno:

- Tite não cairá hoje, contra o Flu, nem se o Inter perder. SE cair, será após o Gre-Nal. Saliento o "se" porque se o Inter ganhar o Gre-Nal - como vem fazendo nesse ano do centenário do clássico, e nos anos anteriores - ficará tranquilo e ganhará folego. Do contrário, sairá, não tenho dúvida.

- Jogo de hoje à noite no Beira-Rio, não há como prever o resultado. Além de frio, os colorados corajosos que lá forem irão para fazer um portãozinho 8 - porque ninguém é de ferro...

- D´Alessandro foi fazer um bolo e fez uma bosta...

- Meu time titular do Inter, se treinador eu fosse, e dada a falta de lateral direito de ofício, seria Lauro, Bolívar, Índio, Sorondo, Kléber, Sandro, Guina, Andrezinho, D´Alessandro, Nilmar e Alecsandro. Me enrolaria até encontrar uma solução: alçar bola na área; mas nada que 200 mil mensais em minha conta não solucionassem.

- Os de azul se auto-embalaram e, com o apoio da dita "imprensa vermelha" (vide nota de rodapé), entrarão como favoritos no Gre-Nal de domingo - eu, sinceramente, não sabia que existia favorito em clássicos... melhor assim.

- Ao sábio amigo e cumpadre, digo que o primeiro Gre-Nal da história, datado de 18/07/1909, vencido pelo tricolor, merece algumas ponderações: Foi o primeiro jogo do recém fundado SC Internacional (04/04/1909) e sequer havia uma organização profissional, diferente do co-irmão, mais velho; não havia redes, pelo que há possibilidade de impugnação do resultado (será que entrou a bola?); não havia anti-doping; havia um rebanho de gado na área do time azul e branco, que impedia o ataque rubro; a torcida era mista e isenta, pois niguém conhecia o Inter até então; a arquibancada estava composta por 2000 pessoas, 3 garças, 42 sabiás, 17 cavalos esperando o prado; não havia vestiário, nem aquecimento; a altitude do Moinhos de Vento foi fator decisivo.

Nota de rodapé:
A "imprensa vermelha", como é entitulada com fervor por alguns nesse blog, é aquela que tirou o passa-texto das esquinas Ipiranga com Érico Veríssimo tempos atrás e cedeu-os para ostentar o glorioso placar do mausoléu da Azenha - se é que se pode chamar aquilo de placar...

2 comentários:

  1. Pelo menos o placar é nosso. O de vocês, se não me engano, é alugado ou arrendado ou alguma coisa nesse sentido.

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  2. HAHAHAHAHA se mordeu é?

    HAHAHAHAHA

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